ORNATOS
Enquanto o inverno desfere lufadas azuis e geladas espera ansioso um desejo primaveril flores nas tardes caladas
Ainda as neblinadas manhãs cinzenteiam o viver já antecipam no longe as matas um roxo e amarelo de flores de ipês
Eo vento confabula com elas conta-lhes histórias de outras plagas são versos de poetas e apaixonados cantigas dolentes de ânsias caladas
Ao explodir da nova estação as frontes se ornam de seu florir As flores já não sabem de dores pintam paisagens de alegre porvir
Escrito por Prof. Roque às 10h01
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